Dica: Filme Babel – Para Assistir No Fim de Semana

Ontem mesmo fui assistir o tão aclamado e premiado filme de Alejandro González Iárritu. Babel foi escolhido o Melhor Filme (Drama) de 2006 no Globo de Ouro. O filme também fez sucesso do festival francês de Cannes, onde foi indicado à Palma de Ouro e recebeu o prêmio do júri ecumênico, o Grande Prêmio Técnico e Iárritu foi o Melhor Diretor.

Já que hoje é Sábado e muita gente procura o que fazer, resolvi, depois de ler tantas críticas, fazer a minha crítica…

Primeiramente, é preciso saber que Babel é um filme muito mais artístico do que Hollywoodiano e não obedece a uma ordem cronológica comum. Se você espera um filme que não precise pensar, não veja Babel.

Porquê Babel?

O filme recebe esse nome pois demonstra a incomunicabilidade entre os homens. Durante todo o filme, os personagens têm dificuldades na comunicação, seja por falta de telefone ou por falar uma língua diferente, ou simplesmente por não falarem uma língua (caso da jovem Chieko (Rinko Kikuchi) que tem deficiências auditivas).

O filme

O filme começa com diversas histórias paralelas que de forma sutil vão se ligando. O ponto de ligação entre todos é um incidente, ocorrido com a mulher de Richard (Brad Pitt), Susan (Cate Blanchett).

O casal está de férias em Marrocos, onde dois garotos Yussef (Boubker Ait El Caid) e Ahmed (Said Tarchani) acabaram de ganhar uma arma do pai. Richard e Suzan deixam seus filhos pequenos ? Debbie (Elle Fanning) Mike (Nathan Gamble) com Amelia (Adriana Barraza) que cuida das crianças há 15 anos. Amelia porém é uma imigrante ilegal e precisa atravessar a fronteira para poder comparecer ao casamento de seu filho. Sem ter com quem deixar as crianças, decide levá-las consigo para o casamento.

Enquanto isso no Japão, a adolescente Chieko vive uma fase de descobertas, principalmente sexuais. Trabalho difícil, principalmente após a morte da mãe.

Impressões pessoais

Particularmente, é um filme que precisa ser assistido mais de uma vez. Algumas cenas são um pouco confusas, e ao final do filme algumas coisas continuam sem resposta. Para quem está acostumado com filmes de ação ou Sessão da tarde, esse é um filme sem o final típico de sempre.

O filme é bem parado, e algumas cenas bem bizarras.
Em contrapartida, na maior parte do filme Iárritu conseguiu transmitir bem o pânico e a agonia dos personagens. A ideia central do filme, da Torre de Babel, também foi passada de uma forma bem artística.

Sinceramente, espero que Apocalypto atenda mais as minhas expectativas, por será o próximo filme que assistirei!

Links: Site oficial do filme / Crítica Angélica Bito / Crítica Francesca Azzi

One Response

  1. Naiara

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