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Inclusão Digital – Parte II

 

 

Como prometido, irei começar uma sessão sobre inclusão digital. Hoje teremos os primeiros dois textos, com uma introdução e os primeiros gráficos e curiosidades.

Esse texto foi retirado do meu trabalho de conclusão de curso, com algumas adaptações para o blog. Como o trabalho foi feito em dupla, todos os créditos também são merecidos por Raphael Elias, amigo e companheiro no trabalho e a Faculdade de Tecnologia Termomecanica. Perdoem-me se o texto é longo demais, por isso estou quebrando em várias partes.

Sempre que subir um texto sobre o assunto, mostrarei alguns gráficos e resultados curiosos. Esse primeiro texto é o maior, pois possui a introdução ao tema.

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Introdução

O homem como conhecemos hoje surgiu há um milhão de anos, porém a escrita só foi inventada por volta do ano 3500 a.C., e o computador em 1943 d.C.

Desde então, o computador aliado à Internet tem provocado uma revolução histórica na sociedade, comparada até mesmo com a revolução que a escrita proporcionou à civilização.

Em poucos anos então, o computador se infiltrou no dia a dia das pessoas, e como não poderia deixar de ser, na educação.

A natureza do conhecimento mudou, e a forma de buscar esse conhecimento também. A literatura sugere que o professor muitas vezes assume o papel de guia, mostrando onde e como buscar as fontes necessárias.

A evolução da informática e de seus recursos nas últimas décadas vem provocando uma contínua transformação na forma como os professores ministram suas aulas, os docentes utilizam recursos audiovisuais para interagir e atrair o interesse dos jovens. Os computadores não são utilizados apenas em aulas especializadas de Informática, mas também em aulas de Geografia, História, Física, Matemática, Literatura, entre outras, transformando-se portanto numa ferramenta que tem como objetivo dinamizar as aulas e principalmente atualizá-las.

Importante destacar que a informatização não se limita apenas a pesquisas na web. Ela pode ser utilizada em apresentações, palestras, jogos educacionais, filmes, músicas e artes em geral.

Com todas essas vertentes, o professor é obrigado a adquirir inúmeras habilidades e competências para dominar as ferramentas necessárias. Esse progresso tecnológico gerou um mundo altamente competitivo e de competição globalizada. No mercado moderno, não se compete apenas com concorrentes em um espaço físico próximo ao seu, mas sim com concorrentes do mundo inteiro, ligadas online pela rede, oferecendo inúmeros serviços.

Percebe-se que apenas a máquina não sana as necessidades encontradas pelos discentes no processo educacional. Para essa mudança, são necessários basicamente três fatores primordiais: O computador, o software, e o profissional capacitado a usá-los.

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